“Todos os povos civilizados investigam as suas origens e amam a sua história.
Há uma força instintiva que atrai o homem à terra natal, seja ela uma simples aldeia perdida nos vales profundos,
nas serras majestosas e altaneiras, ou nas grandes cidades embaladas pelas ondas do mar,
onde os requintes do conforto seduzem os ricos e poderosos do mundo”.          Artur Monteiro do Couto






AGENDA


3 a 31 Outubro 2011
na sede da CTMAD>br> Exposição de fotografia
NO SENTIDO DO OLHAR

organizado em colaboração
com a Univ. Lusíada


5 Novembro 2011
Colégio dos Salesianos
(Oficinas de S. José)
Praça D. Bosco, 32 Lisboa
MAGUSTO DA CTMAD




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Cantores Trasmontanos

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2010.12.03
VALE DO TUA - Universo virginal de um Reino Maravilhoso

De acordo com o Anúncio nº10853/2010, publicado no Diário da República 2ª série do dia 11 de Novembro, o processo de classificação da linha do Tua como património de interesse nacional foi arquivado, com base num parecer da Secção do Património Arquitectónico e Arqueológico do Conselho Nacional de Cultura. Desconhece-se a fundamentação do parecer. Presume-se, no entanto, que os senhores conselheiros nunca visitaram a região, pois se a tivessem visitado, enxergariam que este “excesso de natureza”* além de ser do interesse nacional, satisfaz em simultâneos vários dos critérios necessários para a classificação como património da humanidade, e não seria de esperar outra coisa, visto que a linha do Tua desagua na linha do Douro, a escassas centenas de metros do local onde se prevê construir a barragem do Tua, numa área, classificada há mais de 10 anos pela UNESCO, justamente, como Património da Humanidade.
Douro e Tua irmanam-se numa mesma realidade desmesurada, na solenidade da paisagem, num “nunca acabar de terra grossa, fragosa, bravia, que tanto se levanta a pino num ímpeto de subir a céu, como se afunda nuns abismos de angústia, não se sabe por que telúrica contrição”, nos costumes, nas crenças, no clima, na rudeza e integridade das gentes. O homem que desbravou os socalcos do Douro é o mesmo que, calço a calço, susteve nesgas de terra, onde estacas de oliveira medram e alumiam a sua árdua existência, cavou os cantos onde laranjeiras perfumam a primavera, construiu uma geia donde brota o néctar que aqui também é vinho fino; é o mesmo que, corajosamente, palmo a palmo, metro a metro rasgou precipícios, transpôs abismos e furou penedos para construir os túneis e assentar os carris que o haviam de ligar ao progresso; é o mesmo que, destemidamente, lavrou um sulco ondulante num despenhadeiro de pedras e laijões, discreta e genuína obra de engenharia, perfeitamente integrada naquele “universo virginal”, naquela “paisagem robusta solene e profunda”, obra conjunta do homem e da natureza, que Miguel Torga sublimemente pintou. Aqui, porém, o degredo é ainda mais espinhoso que no Douro: os murtórios são fragas a pique onde nem as cabras se equilibram, o xisto é granito rude e duro e o rio, selvagem, ainda “corre magoado de cachão em cachão” num zoar permanente que, no Inverno é medonho, mesmo para os mais afoitos.
O vale do Tua, lugar em que homem e natureza se confundem, desde tempos ancestrais, é manifestamente um sítio de beleza natural e estética de excepcional importância, em que a forma genial e harmoniosa como a linha férrea foi integrada na paisagem ilustra a significativa importância que, embora tardiamente, a máquina a vapor e o comboio tiveram na história social e económica de Tras-os-Montes, na metade inicial do século XX. É um sítio em que as pedras evocam memórias longínquas, ainda intactas, de rituais pré-históricos, de povoados visigóticos, mouras encantadas, romanos diligentes e cristãos destemidos.
Por estas e por outras razões, os senhores conselheiros deveriam conhecer ou pelo menos, indagar no local aquilo que importaria conhecer para, serena e sabiamente emitirem o seu douto parecer. Se se tivessem dado ao deleite de visitar este vale e as suas gentes, seguramente, aconchegariam o corpo e a alma e enriqueceriam o ego de sabedorias ancestrais, que é coisa que os senhores conselheiros muito prezam. Mas ainda o podem fazer, depressa, antes que a barragem lhes troque as voltas e lhes aniquile este “universo virginal”. Batam à porta deste “reino maravilhoso” em S. Mamede de Ribatua, saboreiem um naco de bola de carne, acompanhada com as suas afamadas laranjas – de manhã são ouro – visitem o pelourinho e saiam pela ponte romana, contemplem a imponência da paisagem na Penadaia, em que rio, linha e fragas são, ao mesmo tempo, inferno purgatório e paraíso, visitem o caixão dos mouros, os castelos de Safres e dos Barcos, na ténue linha que separava a fronteira entre cristãos e mouros, desçam ao Amieiro, um presépio de casas, oliveiras, laranjeiras e sobreirais, comam e um doce de figos em Carlão, onde nas fragas estão impressos lagares do tempo dos romanos. Depois, atravessem o rio, deliciem-se com um copo de vinho fino, nas margens bucólicas de Brunheda, regenerem o corpo com um banho nas termas de S. Lourenço, deleitem-se com uma alheira estaladiça no Pombal, que é lugar de vinho de primeira e desçam a linha até ao Tua. Apreciem as obras de arte da engenharia oitocentista – viadutos, túneis e muros, suspensos no abismo das fragas más e, mesmo que não tenham a sorte de poderem admirar uma lontra, mirem as nasseiras, onde, antes das barragens do Douro, se apanhavam lampreias, imaginem o gemido das mós, nos moinhos abandonados, inebriem-se com o perfume de carquejas, bela luzes, alecrins e rosmanos que, “como manjericos à janela”, prodigiosamente, brotam de fragas, aparentemente estéreis, e contemplem a majestade dos sobreiros centenários, que, nesta fortaleza de pedras, guardam a linha e o rio. Se tiverem tempo relancem os olhos pelas encostas e, encarrapitados nos abismos descubram antigos armazéns de vinho, abandonados, ainda com lagariça, peso e restos da rabadeira onde encastrava a trave da prensa. Chegados ao Tua, como recompensa, um pratinho de peixes do rio, com pão de Favaios e vinho da Ameda e, claro, mais um cálice de vinho fino, daquele que no estrangeiro apelidam de vinho do Porto, mas que tem berço neste “reino maravilhoso”, prosa de Miguel Torga, de leitura recomendada aos senhores conselheiros.
Por fim, passem pelos adros das igrejas, no fim da missa, e falem, mas, sobretudo, ouçam, ouçam as gentes da terra e então verão que ainda há reinos maravilhosos que merecem ser estudados, conhecidos, acarinhado e preservados: “O que é preciso, para os ver é que os olhos não percam a virgindade original diante da realidade, e o coração depois não hesite.”
Depois, sim, elaborem o vosso douto parecer.
Texto: João Zimbreiro, com a ajuda de Miguel Torga

____________________
*Alexandre Herculano


Posted at 09:33 by ntmad
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2010.10.30
GRANDE MAGUSTO TRASMONTANO

7 Novembro 2010  -  Externato Marista de Lisboa

Programa

10:00 Abertura Feirantes (para vender produtos regionais)

13:00 Almoço: Feijoada à Transmontana

15:00 Tarde Cultural: Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Concelho de Cinfães do Douro em Lisboa

16:00 Merenda: Castanhas, alheiras e vinho

COMPAREÇAM!!!

Localização do Externato Marista de Lisboa : Rua Major Neutel de Abreu, nº11, 1500-409 Lisboa. GPS: N38.747548 W9.181272


Posted at 11:17 by ntmad
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2010.09.26
Alto Douro: roteiro de fim de semana

Estamos na época das vindimas e, se estiver de férias ou tiver tempo disponível, suba ou desça o Douro de barco, aprecie o Alto Douro, a sua beleza paisagística e patrimonial... a gastronomia e as quintas do Alto Douro.
(Re)veja este documentário da SIC e confira que, de facto, "Ir é o melhor remédio". Trás-os-Montes e Alto Douro é lindo !


Posted at 19:17 by ntmad
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2010.05.30
Passeio a Tras-os-Montes e Alto Douro anulado

Devido à fraca adesão dos associados foi anulado passeio a Trás-Os-Montes previsto para o início de Junho de 2010.

Posted at 19:12 by ntmad
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2010.05.13
PASSEIO A TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO - Junho de 2010

PROGRAMA

1º dia – 3/06 (Quinta-feira):

06h30 – Partida para o Alto Rabagão

12h30 - Almoço no Restaurante Albufeira

15h00 – Passeio panorâmico nas albufeiras

16h00 – Partida em direcção a Chaves e check in no Petrus Hotel

17h00 – Passeio livre pela cidade

20h00 – Jantar na Adega Faustino

21h30 – Visita ao Casino (facultativa)

24h00 – Regresso ao Hotel


2º dia – 4/06 (Sexta-feira):

10h00 – Partida em direcção a Valpaços

13h00 – Almoço na Quinta Dª Adelaide

15h00 – Partida para Mirandela. Check in no Grande Hotel D. Dinis

16h00 - Visita ao Santuário de Nª Senhora do Amparo, Palácios dos Távoras e dos Condes de Vinhais e outros pontos de interesse

18h30 – Passeio livre

19h30 – Jantar no Restaurante Varandas do Tua e resto de noite livre


3º dia – 5/06 (Sábado):

09h30 – Partida para Murça. Visita ao castro de Palheiros (3º milénio a.C.)

12h30 - Almoço no Restaurante Borges

14h30 – Pequeno passeio pelo centro da cidade

17h30 – Partida para Vila Flor

19h30 – Jantar no Restaurante Fraga da Pegada – Barragem do Azibo

21h00 – Regresso a Mirandela – Grande Hotel D.Dinis


4º dia – 6/06 (Domingo):

09h30 – Partida para Macedo de Cavaleiros com visita a Jerusalém do Romeu e Aldeia das Rosas

13h00 – Almoço no Restaurante Quinta do Barracão - Vilariça

14h30 – Pequeno passeio e oportunidade de provar e comprar queijos de superior qualidade

16h00 – Regresso a Lisboa

Preços por pessoa: em quarto duplo €290,00; em quarto individual – €345,00

Contacto: CASA DE TRÁS-OS.MONTES E ALTO DOURO - Tel. 217 939 311 - e-mail: ctmad.lisboa@gmail.com


Posted at 21:36 by ntmad
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2010.02.10
Escritores trasmontanos vão ser homenageados

Para além de um evento que irá decorrer na FNAC, no dia 25, haverá um almoço de homenagem a Bento da Cruz, Barroso da Fonte e ao Padre Fontes, no dia 27 de Fevereiro (sábado), no Restaurante Quinta Antiga*, no Cacém.

O programa e a ementa, a partir das 12h, são assim:

Entradas: alheira assada e ilharga de vitela grelhada

Prato principal: vitela assada com grelos

Sobremesa: aletria de Barroso e salada de frutas

Queimada das bruxas pelo Padre Fontes e café (produtos exclusivos da região de Barroso)

Animação ao vivo por 2 grupos musicais

 

Reservas: Carlos Caldas (tlm 919 317 229). Só há lugar para 200 pessoas.

Preço: 20 €

*Morada (B): Estrada Cacém Paço de Arcos, Espaço M - São Marcos (telefone: 214 260 307). 


Ver mapa maior

Posted at 05:41 by ntmad
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2009.08.23
VISITA GUIADA A TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO (3-5 OUTUBRO)

PROGRAMA

Outubro de 2009
1º dia – 3/10 (Sábado):
6,30 h – Partida para Murça.
12,30 h - Almoço no Restaurante do Manel
14,30 h – Visita guiada à cidade, incluindo o castro de Palheiros que remonta ao 3º milénio a.C.
16,30 h – Partida em direccção a Mirandela.
17,00 h - Visita à zona histórica da cidade: Santuário de Nª Srª do Amparo, Igreja da Misericórdia, Palácio dos Távoras, Antigos Paços do Concelho, Palácio dos Condes de Vinhais.
20,00 h – Jantar no restaurante Varandas do Tua seguido de passeio nocturno pela cidade (facultativo).
Dormida no Grande Hotel D. Dinis.

2º dia
– 4/10 (Domingo):
9,00 h –Partida em direcção a Macedo de Cavaleiros, com paragem e visita a Jerusalém do Romeu e Aldeia das Rosas .
13,30 h – Almoço no Restaurante Fraga da Pegada na Barragem do Azibo seguido de pequeno descanso para apreciar e disfrutar da beleza do local.
15,00 h – Visita guiada a Macedo de Cavaleiros: Museu de Arte Sacra, solar do Morgado Oliveira e outros pontos históricos com interesse.
17,00 h – Partida para o Convento de Balsamão, que faz parte da Congregação dos Marianos da Imaculada Conceição, onde se respira um ambiente único de tranquilidade serrana.
19,30 h – Jantar no Convento de Balsamão.
Dormida na Casa de Retiro e Repouso do Convento.

3º dia – 5/10 (Segunda):
9,00 h – Partida para Vila Flor. Visita ao Santuário de N.ª Sr.ª da Assunção e visita guiada à Cidade.
12, 30 h - Almoço no Restaurante Quinta do Barracão da Vilariça onde se poderão adquirir queijos de superior qualidade.
14,30 h – Partida para Trancoso e visita a esta bela localidade, uma das 12 Aldeias Históricas de Portugal.
17,30 h – Continuação da viagem de regresso a Lisboa.
 

Posted at 08:39 by ntmad
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2009.06.23
EM MEMÓRIA DO DR. FERNANDO AMARAL

Faleceu em Lamego, no passado dia 24 de Janeiro, o nosso ilustre e muito prestigiado associado n.º 1129, Dr. Fernando Monteiro do Amaral. Nascido a 13 de Janeiro de 1925, em Cambres, Lamego, Licenciado em Direito, desempenhou as mais altas e prestigiantes funções de Estado, nomeadamente as de Presidente da Assembleia da República (entre 1984 e 1987), Ministro da Administração Interna e de Ministro Adjunto do Primeiro Ministro tendo, finalmente, assumido o alto cargo de Vice-Presidente do Conselho da Europa.

Nesta breve mas sentida e dolorosa notícia importa-nos realçar sobretudo a amizade que ao longo de cerca de 30 anos sempre dedicou à CTMAD, sendo por exemplo de relembrar o apoio que nos conferiu por ocasião da homenagem prestada ao Prof. Doutor Adriano Moreira em Maio de 2006, durante a qual obsequiosamente proferiu uma memorável oração de elogio e saudação àquela incontornável figura pública de político e estadista.
 
Guardamos também na nossa Biblioteca um exemplar do livro de sua autoria que oportunamente nos ofertou "Memórias de uma Toga" contendo episódios pitorescos da sua vida de causídico bem reveladores, alguns deles, do espírito lhano e franco do povo transmontano e alto duriense.
 
São estes pequenos gestos que guardamos em memória de quem de nós se afastou e vimos partir com saudade, um elo inquebrantável, contudo, que fica na história da nossa centenária associação regionalista.
 

Posted at 20:34 by ntmad
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2009.06.07
A NOSSA TERRA

Veja vídeos seleccionados da Nossa Terra :

 


Posted at 06:21 by ntmad
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2009.04.25
Festa do Folar Trasmontano em Lisboa

por Artur Monteiro do Couto

A CASA DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO DE LISBOA, em colaboração com os Municípios de Lisboa, Mogadouro e Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, acordaram evocar a figura ilustre do Transmontano de Mogadouro, Trindade Coelho, porque a todos uniu pela sua acção na vida e na morte dado o seu talento de escritor.

Para o efeito, foi escolhida a tradicional Festa do Folar Trasmontano, no dia 5 de Abril, realizada na Praça da Figueira, uma das praças mais nobres da capital.
 
A parte cultural teve uma participação invulgar em festas do género:  ranchos folclóricos de Mogadouro, Pauliteiros de Miranda, rancho folclórico de Borbela (Vila Real), e rancho folclórico de Vimioso. O conjunto MARANUS encerrou a festa, com as suas alegres músicas, muitas delas de cariz regional.
 
A vedeta da Festa foram "Os Pardais". Desfilaram da Câmara Municipal de Lisboa, subindo a Rua Augusta até à Praça da Figueira. Pelo caminho, ao som instrumental dos aprumados executantes juntava-se o estalar das palmas dos numerosos turistas que saboreavam os ligeiros petiscos ou as lagostas e sapateiras nas esplanadas e marisqueira de um outro transmontano de Valpaços. Já em palco, deliciaram a multidão que os rodeava num enquadramento cheio de beleza, com o Castelo de S. Jorge diante deles.
 
Entretanto, também os pombos que habitualmente se passeiam pelo Rossio se associaram à festa. À medida que os músicos (Pardais) tocavam ali ao lado, eles levantavam voo e sobrevoavam em direcção ao Castelo de S. Jorge, dando graciosidade à festa transmontana.
 
De Chaves e de Valpaços vieram também os folares e os pasteis que se vieram juntar a produtos de outras regiões transmontanas e de transmontanos residentes e industriais do ramo,na Capital.
 
Aos Municípios que colaboraram com a Direcção da CTMAD, presidida pelo Flaviense Professor Doutor Jorge Valadares, testemunhamos a gratidão dos milhares de transmontanos que ali se sentiram orgulhosos das suas raízes. Os numerosos turistas estrangeiros deliraram com o que viram de forma inesperada. Foi mais um pedaço de cultura das gentes serranas que juntaram à de Lisboa e que, com ela, vão partir mais ricos de Portugal.

Veja também Folar de Bragança e Folar de Valpaços .

Posted at 07:54 by ntmad
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